domingo, 22 de novembro de 2015

SEGREDO do Tesão - 31 out



Essa "tal" individualidade
é o tempero da "beleza",
a graça da "relação",
o SEGREDO do Tesão.

Sem seus momentos 
de individualidade,
o ser humano,
perde a identidade.


Escolhi a Liberdade - 1 nov


Deitei cedo,
to sentindo um incômodo,
sei que o sono
não resolveria.
Enfim,
"ganhei" tempo,
para admitir
que é tristeza.
Nada esta errado,
mas nada empolga.
Me falta emoções,
fortes e arrebatadoras.
Não busco o equilíbrio,
o jeito certinho.
Busco a ventania,
o frescor do vento no rosto.
Essa calmaria assusta.
Mar de marinheiro "fichado".
Quero inflar minhas velas.
Zarpar rumo a "Pasárgada"
Sei lá, sei lá,
falta completar o vazio,
desta viagem,
esta lacuna deste suspiro.
Ou abortar o existir.
Sai de mim "maturidade".
Sei o que não quero.
escolhi a Liberdade.

Lingerie - 1 nov


Acho que a sensualidade
está na aproximação,
na troca de olhares,
no desejo latente,
do instante do toque.
Ah se estivesse na lingerie
o prazer perderia um pouco,
da magia e do brilho.
Pois a lingerie se tira,
e a sensualidade nos veste.

Toque da Cumplicidade - 4 nov


Desrespeitamos à distância,
nos fazendo tão próximos.
Somos rebeldes,
nas vontades de "verdades".
Não é a proximidade
que aproxima ninguém.
São abraços eternos,
emocionalmente ternos.
Gosto de mãos
e de corações leves.
Pele com pele
no arrepio do calor.
Fazer o que,
se a Lua nos persegue,
e o forte desejo
derrama em chama.

Abraço Forte - 5 nov



Abraços desengonçados,
"tortamente" equilibrados,
na força apertada,
vivida na escolha,
do primeiro pedaço.

LABIRINTITE - 5 nov


Tudo gira,
no equilíbrio
do sistema.
E depois
me chamam
de tonto.
Só porque
assumo meu lado,
de lá e de cá.
Sou pêndulo
em cada vontade,
dos "ATOS" e fatos.
Vivo em "órbita",
dos satélites,
para tomar os "Planetas"
Meu astro é Vermelho,
sou de "OUTRA" galáxia,
de outro sistema.
Trarei um "ANEL",
verde de Marte,
oferenda de Lutas.
Sou filho de Oxum,
do espaço negro,
das periferias.

Sem tempo e definição - 5 nov


Sempre é bom
quando você
se materializa
em "mediunidade".
Sem hora
de acontecer,
como o vento
que passa aí.
Minhas noites
sentem tua falta.
Meus dias correm,
atrás das noites.
Somos emigrantes,
sem raça e "religião".
Sem tempo e definição,
sem filhos da lubrificação.
Esquisitos são os sonhos
sem pé nem cabeça,
como as reclamações
saudosas dos dias.