domingo, 22 de novembro de 2015

Ânus do tempo


Este poema ajuda 
a desmistificar este Tabu, 
em redor do "cú".

Tão pequeno, 

diante do ser,
de cada um.

Tão importante,
como operário,
na sua função.

Tão delicado,
tão esquecido
e tão lembrado.

Motivo de ofensas,
de "extrupa-ações",
de fortes emoções.

Cada um tem o teu,
e na impossibilidade de vê-lo,
"cú-riosamente" tomam no cú.




segunda-feira, 17 de agosto de 2015

O romper...


O "Às Vezes", 
intercalam o sempre,
com a emoção,
do o romper
uma champanhe.

Gostei...


No final,
há um tropeço, 
no "Punho Erguido".


Mas ficou perfeito, 
pois punhos erguidos, 
são elementos de vôos.


Tropeçar nos sonhos, 
tropeçar nas buscas, 
é fomentar encontros.


Encontros como este, 
fruto de um legado, 
de pura cumplicidade.


Não mude,
o bom que tudo foi.
Nosso punho é esquerdo.

A dor do pai.


A despedida,
com a "certeza"
da incerteza 
do amanha.

Hoje vejo
que o incômodo,
"é" a falta,
do desejo.

Num aguardar
longo e penoso,
instantes sem brilho,
do sabor "venenoso".

O momento da perda
nos faz perdidos.
Na correnteza
do que é saudade.

Um voo


Nada melhor 
que a intimidade 
de um voo
num dia de sol.

Do Silêncio


Às vezes o silêncio
é um pensar falante.
É um "diálogo" eletrizante 
de você com o inconsciente.

KoiZa de quem ama,
de quem fantasia,
imaginando vontades,
suspirando emoções.

Vivo "sucumbindo"
a tanta cobrança,
e desconfiança,
do meu silêncio.

Sou patinho feio,
de hábitos bisonhos,
separado no "nado",
disfarçado nos sonhos

Flagras Infantis


Às vezes,
vivemos um nervoso
"sem lógica",
KoiZa de desejos,
de flagras infantis.

Mas é tão bom,
"o isso tudo",
que cria histórias,
que mexe com a gente,
remexendo por dentro.

São presentes do dia,
tão presentes nas noites.
Vontades que "dão",
e não passam,
ultrapassando a íntim-idade.

Derretendo em vontades,
sucedendo saudades.
A vida encaderna,
o tempo em histórias,
comprimido emoções.