Ando melhor.
Hoje vivo um cansaço físico,
não mental.
Pretendo redimensionar-me.
Quero caber em mim.
Chega de sobras,
de perdas desnecessárias.
Limpo a boca,
limpo o incompreendido
que derramou em palavras.
Desgastes,
desenganos...
Hoje choro,
devargazinho,
eu e o teclado.
Mas esta bótimo.
Estou cansado,
e o que quero
é simplesmente dormir.
terça-feira, 22 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
...em meus medos.
Chegue,
mas chegue devagarzinho,
por favor.
Com delicadeza,
bem de mansinho...
Tenho medo de permitir-me,
Medo de gostar,
me lambuzar-me,
de parecer menino.
Rouba-me um beijo.
Me faça sentir calafrios,
tremores, ardores....
Beija-me lentamente,
até engolir-me.
Abraça-me forte
decididamente ardentemente,
cochiche-me segredos
solte gargalhadas
possua-me
sem limites.
Me envolva com ternura,
com teu manto de desejo.
Me cubra com loucura,
com brincadeiras
e gemidos de prazer.
Quero sobremesas
de doces carícias.
e delícias.
Vamos surfar
no lodo
de nossa transpiração.
Me tens assim
silencioso nas palavras.
Mas falo de outras formas
arriscando-me em meus medos
deslizando suavemente
no se entregar.
mas chegue devagarzinho,
por favor.
Com delicadeza,
bem de mansinho...
Tenho medo de permitir-me,
Medo de gostar,
me lambuzar-me,
de parecer menino.
Rouba-me um beijo.
Me faça sentir calafrios,
tremores, ardores....
Beija-me lentamente,
até engolir-me.
Abraça-me forte
decididamente ardentemente,
cochiche-me segredos
solte gargalhadas
possua-me
sem limites.
Me envolva com ternura,
com teu manto de desejo.
Me cubra com loucura,
com brincadeiras
e gemidos de prazer.
Quero sobremesas
de doces carícias.
e delícias.
Vamos surfar
no lodo
de nossa transpiração.
Me tens assim
silencioso nas palavras.
Mas falo de outras formas
arriscando-me em meus medos
deslizando suavemente
no se entregar.
Todo “EU” deseja,
sonha
e busca ter uma entrega total.
Plena, absoluta, única!!!,
Ousar, é permitir que a vida
faça de um instante
eternidade.
sonha
e busca ter uma entrega total.
Plena, absoluta, única!!!,
Ousar, é permitir que a vida
faça de um instante
eternidade.
sexta-feira, 11 de março de 2011
“ato falho”
Você me conhece ?
Sou aquele
que sempre te roubou sorrisos,
criando brincadeiras.
O que te pegavas pela mão
correndo atrás
de revoadas de alegria,
Sempre falamos
sobre o valor da liberdade,
do porque necessito
da militância política,
da necessidade de sorrir, viver.
do exercício libertário do amor
na relação do dia a dia.
Respeitando as escolhas,
no leque de vontades de cada um.
Cada dia é um dia.
Perdes a chance de exercitar a convivência,
ao criar um script para ser seguido.
Se não levantas a cabeça,
se não olhas pela janela,
perderas a chance
de ver as cores de cada dia.
Os dias são diferentes,
entender isto, é se permitir viver.
Eu sempre vou,
como eu sempre volto.
Faceiro, alegre, com novidades.
Mas se colocares
um peso pesado em minhas costas
certamente cansarei.
Perderei o movimento vivo....
perderei o brilho nos olhos,
perderei as novidades que costumo contar.
Não voltarei mais,
por questão de sobrevivência.
Perde-me ao não aceitar
o mundo em que vivo.
Acredito que as pessoas juntas,
se potencializam.
Mas apesar disto,
o tudo não atingirão.
Mas o que é o tudo ????,
senão o que tenho.
O resto é sonho,
desejo individual,
vontade de casal.
Invista em você, nos desejos,
desde que não mutile o companheiro.
Começamos nos tocando
com cerimônia,
com medo de machucar.
Passamos pelo sexo de leves toques,
atingindo o amor rasgado, coreográfico.
Os beijos foram ”beijos”,
sem tempo de terminarem....
Gostosos, eternos.
Com gosto de quero mais.
Lembre-se que o outro,
tem o direito
de as vezes não te querer.
Sem ter que responder o por que.
Talvez você não perceba
a TPM do meu lado feminino.
Não somos relógios.
Titubeamos, vivemos dúvidas,
receios e pavores...
Você então,
sofre em ficar só.
Somos diferentes.
Eu, já necessito
destes instantes introspectivos.
Gostar dói, provoca raiva, ciúmes
e muitas frustrações.
Mas também provoca arrepios.
Arrepios de prazer.
Não queira medicar-me,
orquestrar meus atos.
Sou um outro ser,
com outro CPF,
e ações próprias.
Não busque o previsível,
esteja aberta ao “ato falho”,
ao que o ouvido não percebe.
Sou aquele
que sempre te roubou sorrisos,
criando brincadeiras.
O que te pegavas pela mão
correndo atrás
de revoadas de alegria,
Sempre falamos
sobre o valor da liberdade,
do porque necessito
da militância política,
da necessidade de sorrir, viver.
do exercício libertário do amor
na relação do dia a dia.
Respeitando as escolhas,
no leque de vontades de cada um.
Cada dia é um dia.
Perdes a chance de exercitar a convivência,
ao criar um script para ser seguido.
Se não levantas a cabeça,
se não olhas pela janela,
perderas a chance
de ver as cores de cada dia.
Os dias são diferentes,
entender isto, é se permitir viver.
Eu sempre vou,
como eu sempre volto.
Faceiro, alegre, com novidades.
Mas se colocares
um peso pesado em minhas costas
certamente cansarei.
Perderei o movimento vivo....
perderei o brilho nos olhos,
perderei as novidades que costumo contar.
Não voltarei mais,
por questão de sobrevivência.
Perde-me ao não aceitar
o mundo em que vivo.
Acredito que as pessoas juntas,
se potencializam.
Mas apesar disto,
o tudo não atingirão.
Mas o que é o tudo ????,
senão o que tenho.
O resto é sonho,
desejo individual,
vontade de casal.
Invista em você, nos desejos,
desde que não mutile o companheiro.
Começamos nos tocando
com cerimônia,
com medo de machucar.
Passamos pelo sexo de leves toques,
atingindo o amor rasgado, coreográfico.
Os beijos foram ”beijos”,
sem tempo de terminarem....
Gostosos, eternos.
Com gosto de quero mais.
Lembre-se que o outro,
tem o direito
de as vezes não te querer.
Sem ter que responder o por que.
Talvez você não perceba
a TPM do meu lado feminino.
Não somos relógios.
Titubeamos, vivemos dúvidas,
receios e pavores...
Você então,
sofre em ficar só.
Somos diferentes.
Eu, já necessito
destes instantes introspectivos.
Gostar dói, provoca raiva, ciúmes
e muitas frustrações.
Mas também provoca arrepios.
Arrepios de prazer.
Não queira medicar-me,
orquestrar meus atos.
Sou um outro ser,
com outro CPF,
e ações próprias.
Não busque o previsível,
esteja aberta ao “ato falho”,
ao que o ouvido não percebe.
quarta-feira, 9 de março de 2011
As almas, que tem espaços vazios.
Pés no chão,
sentindo a terra,
semeando emoções.
Faz frio aqui...,
nas fictícias fronteiras
do tempo.
Então, na febre das noites,
ardo, tremo,
irradio calor e esfrio.
Emoções distintas,
tremores, instintos...,
perdi nas cobertas a razão.
O sereno da noite
serena meus olhos,
que tenta buscar, um momento de sonhos.
Sobra espaço em meu coração,
mas falta sentido de direção.
No buscar, um simples acordar alegre.
De quem é a culpa pelo entristecer ????
Talvez as faltas de energia,
talvez as faltas cometidas.
Meu silencio, minha existência,
resistência....,
a um abraço sem fim.
sentindo a terra,
semeando emoções.
Faz frio aqui...,
nas fictícias fronteiras
do tempo.
Então, na febre das noites,
ardo, tremo,
irradio calor e esfrio.
Emoções distintas,
tremores, instintos...,
perdi nas cobertas a razão.
O sereno da noite
serena meus olhos,
que tenta buscar, um momento de sonhos.
Sobra espaço em meu coração,
mas falta sentido de direção.
No buscar, um simples acordar alegre.
De quem é a culpa pelo entristecer ????
Talvez as faltas de energia,
talvez as faltas cometidas.
Meu silencio, minha existência,
resistência....,
a um abraço sem fim.
terça-feira, 8 de março de 2011
"sua necessidade"
Você sempre se perde
quando tenta, tenta,
e entra, sem permissão,
em meu cantinhozinho.
Então, fico pensando
em você perdida,
sofrendo a repetição,
a decepção.
Decepção de não ter
o que buscou, “sua necessidade”.
De não compreender
que as pessoas dão frutos diferentes.
E perdendo meu riso,
e ganhando linha,
e ganhando distancia,
num vôo solitário.
Volto a flutuar
como bolhas de sabão.
Sentindo arrepios
pulsando emoções.
A saudade estrangula,
mas é preciso prosseguir.
Viajando pelo avesso
e dispensando a censura.
quando tenta, tenta,
e entra, sem permissão,
em meu cantinhozinho.
Então, fico pensando
em você perdida,
sofrendo a repetição,
a decepção.
Decepção de não ter
o que buscou, “sua necessidade”.
De não compreender
que as pessoas dão frutos diferentes.
E perdendo meu riso,
e ganhando linha,
e ganhando distancia,
num vôo solitário.
Volto a flutuar
como bolhas de sabão.
Sentindo arrepios
pulsando emoções.
A saudade estrangula,
mas é preciso prosseguir.
Viajando pelo avesso
e dispensando a censura.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Tropeço
Porque não me deixaste adormecido.
Queres me acordar,
acordar para o que ?
Dissipo a tristeza, a solidão,
no silencio, na leveza dos sonhos.
Estou me guardando
para realmente levantar.
Sou um bom rapaz,
e suas indagações
viram interrogatórios.
Assim, tenho medo
de ir para não voltar.
Tomando a atitude
de um animal acuado.
Quero contar minha dor,
falar do meu cansaço,
do peso que sinto.
Falar dos motivos,
das faltas, do que trago
e nunca pude entregar...
Sabe, falta permissão.
Vivo procurando “alguém”
que ouça o que sinto.
Não precisa entender,
basta ouvir,
ser cúmplice do instante.
Que pare, que também sinta
as dormências da vida.
Que compreenda que o silencio
não é momento a ser ”preenchido”.
A saudade do que esta perto,
dói, me faz chorar.
Adormeço os instintos,
os desejos, o rugido.
A qualquer hora...tropeço, e volto a dormir.
Queres me acordar,
acordar para o que ?
Dissipo a tristeza, a solidão,
no silencio, na leveza dos sonhos.
Estou me guardando
para realmente levantar.
Sou um bom rapaz,
e suas indagações
viram interrogatórios.
Assim, tenho medo
de ir para não voltar.
Tomando a atitude
de um animal acuado.
Quero contar minha dor,
falar do meu cansaço,
do peso que sinto.
Falar dos motivos,
das faltas, do que trago
e nunca pude entregar...
Sabe, falta permissão.
Vivo procurando “alguém”
que ouça o que sinto.
Não precisa entender,
basta ouvir,
ser cúmplice do instante.
Que pare, que também sinta
as dormências da vida.
Que compreenda que o silencio
não é momento a ser ”preenchido”.
A saudade do que esta perto,
dói, me faz chorar.
Adormeço os instintos,
os desejos, o rugido.
A qualquer hora...tropeço, e volto a dormir.
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